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            A pílula do dia seguinte é uma opção para as mulheres que têm relações sem se proteger e não querem engravidar. Porém, o uso não pode ser excessivo. Para as mulheres que ainda não conhecem a pílula do dia seguinte, aqui vão algumas informações importantes.

Pílula do dia seguinte

pilula dia seguinte

            A pílula do dia seguinte é um contraceptivo de emergência que deve ser consumido em no máximo 72 horas após a relação íntima. O objetivo desse medicamento é inibir a ovulação. Entretanto, a pílula não é o método para abortar. Isso quer dizer que se o espermatozoide já fecundou o óvulo, o comprimido não tem efeito.

            A pílula do dia seguinte pode ser encontrada em duas opções: uma cartela com um comprimido composto por 1,5 mg de levonorgestrel ou uma cartela com dois comprimidos de 0,75 mg de levonorgestrel em cada um. Ou seja, as duas opções são a mesma coisa, pois, a dosagem é igual.

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Efeitos colaterais e contraindicações

            A pílula pode causar alguns efeitos colaterais como: menstruação irregular, seios sensíveis, sangramento fora do período menstrual, dor abdominal, cansaço, vômitos e náuseas, dor de cabeça e diarreia.

            A pílula do dia seguinte é contraindicada para mulheres que estão amamentando, estão grávidas, tem alergia a alguma substância do medicamento, tenham problemas de coração, obesidade mórbida ou pressão alta.

Nomes das pílulas, preço e como comprar

            Os nomes das pílulas do dia seguinte são: Postinor, Pozato Uni, Neodia, Pilem, Previdez, Evanor e DiaD. Os preços variam entre R$ 3,00 a R$ 30,00, o valor depende da região, marca, laboratório e da farmácia.

            Para adquirir a pílula emergencial não é preciso prescrição médica e pode ser adquirida em qualquer farmácia.

Pílula do dia seguinte: Como saber se funcionou

            A pílula do dia seguinte só deve ser consumida em casos de emergência. Isso quer dizer que não é indicado ter relações sem proteção todos os dias e depois tomar a pílula, pois, ela mexe com os hormônios. Essa pílula deve ser tomada nos seguintes casos:

Violência sexual;

Remoção ou deslocamento do diafragma vaginal;

Remoção do DIU;

Quando a mulher se esquece de tomar as pílulas anticoncepcionais comuns regularmente, principalmente, se acontecer mais de uma vez no mês.

Relação sexual sem camisinha ou quando o preservativo se rompe.

            Como já foi dito, a pílula emergencial só funciona se ainda não aconteceu o encontro do espermatozoide com o óvulo. Caso a gravidez tenha ocorrido, a pílula não vai funcionar, porque não é um método abortivo.

            Para saber se o medicamento funcionou, aguarde alguns dias até que a menstruação chegue, se acontecer um atraso, terá que fazer um teste de gravidez.

            Essa pílula não é abortiva porque ela age de duas formas: Retarda ou inibe a ovulação, impedindo a fertilização do óvulo e aumenta a viscosidade do muco vaginal, deixando mais difícil que o espermatozoide chegue até o óvulo.

Pode ser usada muitas vezes?

            Essa pílula só deve ser utilizada uma vez ou outra, porque a dose hormonal é muito grande. Caso a mulher tome a pílula do dia seguinte mais de uma vez por mês, o efeito pode ser perdido. Esse medicamento é indicado apenas nas situações de emergência e não como método contraceptivo comum.

            Quando uma mulher usa essa pílula, aumenta os riscos de doenças como o câncer de útero, câncer de mama e problemas com uma gravidez no futuro e ainda aumenta as chances de ter embolia pulmonar e trombose.

            A pílula do dia seguinte não altera o funcionamento da pílula anticoncepcional comum, por isso, ela deve continuar sendo usada regularmente no horário de sempre até que o ciclo termine.

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            Portanto, a pílula do dia seguinte funciona para evitar uma futura gravidez, mas não é abortiva, ou seja, se o espermatozoide chegou ao óvulo esse medicamento não poderá fazer nada. Tome essa pílula, no máximo, uma vez por mês.

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