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Algumas mulheres podem reclamar do escape de urina que acontece sem querer ao realizar algum tipo de esforço, como tossir, espirrar. Em alguns casos, a vontade de fazer xixi pode estar bem grande e que não deu nem tempo de chegar ao banheiro. Esses são os sintomas da incontinência urinária feminina.

A incontinência urinaria feminina pode trabalhar a qualidade de vida das mulheres, o que deixa o seu bem-estar físico bem comprometido, assim como o emocional e também o psicológico.

Seu aparecimento é bem comum e pode ser tratado de algumas formas, por isso conheça mais sobre a doença.

Incontinência urinária feminina

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Ela é considerada mais uma condição clínica do que uma doença, mas uma que pode ser bem constrangedora. O seu sintoma é a perda involuntária de urina, por isso, a mulher acaba perdendo todo o controle do seu xixi, podendo deixar escapar tudo o que tem na bexiga ou apenas um pouco.

As mulheres apresentam 3 vezes mais chances de apresentar a incontinência, o que pode aumentar progressivamente.

A gestação exige um esforço físico que pode indicar o foco nas mulheres em terem a incontinência, assim como, a queda nos níveis de estrogênio que a menopausa causa.,

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Existem três tipos de incontinência urinaria feminina, sendo a primeira, a de esforço. Essa acontece quando a pessoa perde urina quando começa a rir, tossir, espirrar ou faz algum tipo de exercício.

Tem também a de urgência que acaba sendo mais grava do que o primeiro tipo, pois existe a vontade de urinar e ela vai aparecer subitamente no meio de alguma atividade do cotidiano, por isso, a pessoa não consegue se segurar e acaba fazendo xixi mesmo sem chegar no banheiro.

No terceiro caso, é a mista, que é um pouco dos dois tipos já mencionados acima, mas o sintoma é ainda mais grave. Não há mais o controle da perda de urina, por isso, a mulher acaba passando por momentos constrangedores.


Tratamentos

O tratamento vai depender do tipo que se tem e também da gravidade do problema, podendo ser necessário uma combinação de diferentes tratamentos. É importante buscar as alternativas primeiramente que sejam menos invasivas, mas caso essas não deem certo, procurar as outras opções, mas consultando um médico antes.

As primeiras técnicas que podem ser indicadas são comportamentais, procurando treinar a bexiga para desacelerar a micção depois que há a vontade de fazer xixi. Isso vai aumentar o tempo entre precisar ir no banheiro.

Há também a técnica que ensina a esvaziar completamente a bexiga, o que consiste em fazer xixi e esperar um tempo para tentar novamente. Também pode ser indicado controlar as idcas no banheiro, sem esperar que haja vontade, apenas se planejando para ir a cada 2 horas.

Muitos médicos também aconselham os exercícios para fortalecimento dos músculos que vão conseguir ajudar no controle do xixi.

A ginastica intima ou exercícios de kegel podem ser indicados, onde se apresente a contrair e relaxar os músculos do assoalho pélvico.

Há também os tratamentos mais invasivos, com o uso de medicamentos, dispositivos médicos, estimulação elétrica ou cirurgia.

Por isso, as primeiras técnicas podem ser as indicadas para o começo, tentando resolver o problema assim para depois procurar essas mais invasivas, como último caso.

De qualquer modo, o mais importante é encontrar um médico para realizar um acompanhamento e receber as indicações feitas para ele.

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A opinião do médico é fundamental para que o tratamento seja menos desconfortável, sem provocar riscos graves, resolvendo o problema assim que ele surge, evitando novos constrangimentos e sem precisar limitar as suas atividades.

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Incontinência urinária feminina: por que ocorre e como tratar

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